Translate

Mostrando postagens com marcador vídeo o conflito cosmico.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vídeo o conflito cosmico.. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de fevereiro de 2011

igreja adventista- águas lindas de goiás.


Os Frutos do Espírito Santo: Amor

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.” (Gálatas 5:22-23).
Para todos quantos crêem, Ele é como a árvore da vida no Paraíso de Deus. Seus ramos atingem este mundo, a fim de que as bênçãos por Ele compradas para nós sejam postas ao nosso alcance. … Ele deu um Confortador, o Espírito Santo, que nos presenteará com o fruto precioso da árvore da vida. Dessa árvore podemos apanhar, comer e guiar a ela outros, para que também possam comer. Signs of the Times, 22 de outubro de 1896.
O homem que ama a Deus medita na lei de Deus dia e noite. É insistente em tempo e fora de tempo. Produz fruto de uma vara vitalmente ligada à Vinha. Em tendo oportunidade, faz o bem; e, por toda parte, em todo tempo e em todos os lugares, encontra oportunidade de trabalhar para Deus. É uma das árvores sempre-vivas do Senhor; leva consigo fragrância aonde quer que vá. Atmosfera saudável circunda-lhe o espírito. A beleza de sua vida bem-ordenada e a conversação santificada inspiram em outros fé, esperança e ânimo. Isso é cristianismo posto em prática. Buscai ser uma árvore sempre-viva. Usai o ornamento de um espírito manso e humilde, que é precioso à vista de Deus. Nutri a graça do amor, alegria, paz, longanimidade, bondade. Esse é o fruto da árvore cristã. Plantada junto a ribeiros de águas, sempre produz o seu fruto na estação própria. Review and Herald, 24 de agosto de 1897.
Se temos no coração o amor de Cristo, ser-nos-á uma conseqüência natural possuir todas as outras graças – alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. …
Quando o amor de Cristo é entronizado no coração, … sua presença será sentida. Review and Herald, 4 de janeiro de 1887.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Profecia de 1880 sobre Bolas de Fogo a cada Dia se Tornam Realidade !

Na última sexta-feira, pela manhã, pouco antes de acordar, uma cena muito impressionante me foi apresentada. Parecia que eu havia acordado, mas não estava em meu lar. Das janelas eu podia avistar um terrível incêndio. 
Grandes bolas de fogo caíam sobre as casas e dessas bolas voavam flechas incandescentes em todas as direções. Era impossível apagar os fogos que se acendiam, e muitos lugares estavam sendo destruídos. Eventos Finais p. 24-25


Vi uma imensa bola de fogo cair no meio de algumas lindas habitações, destruindo-as imediatamente. Ouvi alguns dizerem: “Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo.” Outros, com acento de voz agoniante, diziam: “Os senhores sabiam! Por que, então, não nos disseram? Nós não sabíamos.” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 296.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


A História de Neemias – Lições de um Reavivamento Bíblico !


Aquela tinha sido uma época de profunda escuridão para o povo de Deus.
Com Jerusalém em ruínas, o Templo destruído e a maioria do povo exilado na Babilônia, parecia não haver esperança para tal situação. Deus, porém, fez o impossível. Babilônia caiu e o novo superpoder da Medo-Pérsia permitiu que o povo de Deus retornasse ao lar – a Terra Prometida – em um segundo êxodo. O Senhor “despertou o espírito de Ciro” (Ed 1:1),* o rei persa. E quando Deus move um coração, quem pode deixar de responder?

Início Difícil

Com base em documentos extrabíblicos, listas de nomes, selos e outras inscrições, estudiosos calculam que as aproximadamente 50 mil pessoas (Ed 2:64) que retornaram com Zorobabel representavam somente um pequeno número dos judeus que então viviam no Império Medo-Persa.1 Muitos estavam estabelecidos e não queriam mudar-se de lá. As prestações de suas casas já estavam quase completamente quitadas. A vida sob o novo governo era boa, seus filhos podiam frequentar ótimas universidades, e o que poderiam esperar encontrar se eles retornassem? Uma cidade destruída, campos abandonados, vizinhos não amigáveis e um lugar perigoso localizado na borda do império entre o Egito e a Mesopotâmia.
Quando lemos os primeiros capítulos do livro de Esdras, reconhecemos imediatamente a grandeza da tarefa e os muitos problemas (veja Ed 3-7).
Contudo, um olhar mais atento sobre a questão revela que o problema era maior do que uma cidade destruída e a grande oposição vinda de fora. O profeta Ageu diz que os que estavam retornando tinham um problema espiritual: eles tinham prioridades distorcidas, mundanismo, egoísmo – e logo tiveram que reconhecer que, se não pusessem o mais importante em primeiro lugar, seus esforços seriam em vão (Ag 1:2-11).

Neemias entra em cena

A Bíblia narra que o Templo foi por fim reconstruído cerca de 20 anos após o retorno do exílio e que a comunidade judaica comemorou sua primeira Páscoa (Ed 6:13-22). A partir de então, contudo, há um silêncio de muitas décadas. Saltamos para o ano 445 a.C., aproximadamente 70 anos depois da reconstrução do Templo, e Jerusalém enfrenta dificuldades. Neemias, um oficial de alto escalão da corte persa, recebe as más notícias sobre Jerusalém, e em uma das grandes orações da Bíblia, apresenta ao Senhor sua angústia (Ne 1:1-11). Ele confessa seus pecados e os do povo, mas também clama pelas promessas divinas de renovação e transformação (versos 8, 9). Enquanto ora, reconhece que ele não é apenas parte do problema (veja sua confissão), mas necessita ser também parte da solução de Deus.
Ainda em oração, com coração temeroso e joelhos trêmulos, Neemias se dirige a seu chefe, que é inclusive um monarca absoluto cujo simples ato ou palavra é suficiente para exterminar a vida de alguém em um instante. Deus opera outro milagre e Neemias deixa a Pérsia, ocupando um cargo oficial do governo, com poder outorgado pelo rei persa. Com esse apoio, tem o que necessita para fazer as coisas acontecerem.

Reavivamento em Jerusalém

Jerusalém está desprotegida, seus muros destruídos e abandonados, seus vizinhos hostis zombando dela. Neemias inspeciona as ruínas em uma operação secreta noturna (Ne 2:11-16) e então começa a trabalhar. Contudo, percebe que essa grande obra requer uma comunidade e, ao descrever para a corte persa a bênção recebida pouco antes, Neemias convida os líderes para que se unam à grande obra de reconstrução dos muros de Jerusalém (Ne 2:17-20).
Você sabe como era a determinação de Neemias. Nada e ninguém vai impedi-lo; e, para a glória de Deus, os muros de Jerusalém foram reconstruídos em tempo recorde (veja Ne 3, 4, 6, 7). Mas reavivamento e reforma não se tratam somente de ação. É necessário voltar aos fundamentos. Ao continuarmos na leitura da história de Neemias, testemunhamos uma grande assembléia pública em Jerusalém durante o sétimo mês.2 Esdras, o sacerdote, reaparece na história e lê a Torá, a lei, muito provavelmente o Pentateuco (Ne 8:1-3), revezando com outros levitas. Todos ouvem por horas – a capacidade de concentração devia ser maior naqueles tempos.
Uma das palavras-chave desse encontro de reavivamento é entender, que aparece seis vezes (8:2, 3, 7, 8, 9, 12) ao longo do capítulo. Homens e mulheres, jovens e idososentenderam que sua vida não estava em harmonia com a Palavra de Deus. Eles choraram e lamentaram tanto (Ne 8:9) que Esdras e Neemias precisaram relembrá-los sobre o poder da graça de Deus. Neemias enfatizou que a alegria do Senhor era sua força (Ne 8:10), assim como é nossa também.

O Que Podemos Aprender?

Algo importante aconteceu naquele dia em Jerusalém: naquele reavivamento as pessoas perceberam que Deus e o pecado não andam juntos; e isso resultou também em relações transformadas entre os membros da comunidade pós-exílica. Estas são algumas lições que podemos extrair do reavivamento de Neemias:
1. O reavivamento não é um evento que acontece uma só vez, mas é uma decisão constante e consciente. Lemos a respeito de outros reavivamentos na comunidade pós-exílica (ex. Ed 3 e 10), e antes disso temos muitos exemplos de reavivamento em épocas anteriores. O reavivamento precisa ser um compromisso diário.
2. O reavivamento deve estar baseado nas Escrituras, e não em emoções e música de fundo adequada ou dinâmica de grupo. Quando o povo de Deus se depara face a face com a revelação divina, olha no espelho da Palavra de Deus e reconhece quem realmente é (sim, somos pecadores), o reavivamento acontece.
3. O reavivamento entre o povo de Deus envolve uma comunidade: homens e mulheres, jovens e velhos, ricos e pobres – todos se uniram para ouvir a Palavra – e responderam como comunidade. Mesmo que seja verdade que o reavivamento pessoal é um compromisso diário, há momentos-chave na vida de uma igreja em que a força propulsora do reavivamento pessoal é o que leva ao reavivamento do grupo.
4. O reavivamento não está focado no líder. Sim, Neemias e Esdras foram líderes fortes e se importaram muito com Jerusalém e seus problemas. Mas conseguiram ir adiante somente quando os outros entenderam e assumiram o mesmo propósito. Eles conduziram, mas não geraram o reavivamento.
5. O reavivamento tem uma visão ampla e evita distrações externas. Tenho certeza de que os inimigos de Jerusalém queriam que a cidade se concentrasse em seus problemas. No entanto, em vez disso, a comunidade de fé dirigiu sua atenção à Palavra de Deus e à Sua mensagem para aquele momento.

Restaura-nos, ó Deus!

Você sente necessidade dessa renovação pessoal em sua vida espiritual? O seu tempo dedicado às Escrituras e à oração anda limitado pelos muitos compromissos (por bons que sejam) e agenda cheia? A história de Neemias, ainda que pessoal, é de grande alcance. Ele deve ter lido com frequência nos Salmos sobre esse Deus restaurador: “Restaura-nos ó Deus! Faze resplandecer sobre nós o Teu rosto, para que sejamos salvos” (Sl 80:3). E Deus realmente fez resplandecer Seu rosto sobre Seu povo – e está pronto a fazê-lo novamente.
*Todos os textos bíblicos foram extraídos da Nova Versão Internacional.

Referências

1 Veja Laurie E. Pearce, “New Evidence for Judeans in Babylonia”, em Judah and the Judeans in the Persian Period, ed. Oded Lipschits e Manfred Oeming (Winona Lake, IN: Eisenbrauns, 2006), p. 399-412, e a bibliografia complementar lá presente.
2 O mês sétimo do Antigo Testamento, que corresponde a setembro/outubro do nosso calendário, é importante no sistema religioso judaico. Três eventos significativos acontecem nesse mês: a Festa das Trombetas (Lv 23:24), o Dia da Expiação (Lv 23:27) e a Festa dos Tabernáculos (Lv 23:34). Trata-se realmente de um mês de reavivamento e reforma.
Texto de autoria de Gerald A. Klingbell, editor associado da revista Adventist World. Publicado na Adventist World de Janeiro/2011.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

MUSICA LINDA.ADVENTISTA.




QUINTA-FEIRA, 23 DE DEZEMBRO DE 2010

DESPERTEM,AS PROFECIAS ESTÂO SE CUMPRIDO.


Vaticano planeja evento para promover o descanso dominical


Bento XVI considera que a organização do trabalho – como mera busca do lucro – e a concepção atual da festa – como oportunidade de consumo – contribuem, infelizmente, para separar a família. O Papa dirigiu uma carta, publicada no dia 24 de setembro, ao presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, como preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias (EMF), que se realizará em Milão, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema “Família: o trabalho e a festa”.
Nesta carta, Bento XVI insta a “promover uma reflexão e um compromisso dirigidos a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade“. [grifo acrescentado]
“Em nossos dias, infelizmente, a organização do trabalho, pensada e realizada em função da concorrência do mercado e do lucro máximo, e a concepção da festa como oportunidade de evasão e de consumo, contribuem para separar a família e a comunidade, e a difundir um estilo de vida individualista”, lamenta. O Papa explica que “o trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as decisões, influenciam as relações entre os cônjuges e entre os pais e filhos, e incidem na relação da família com a sociedade e com a Igreja”.
Citando o livro do Gênesis, recorda que “família, trabalho e dia festivo são dons e bênçãos de Deus para ajudar-nos a viver uma existência plenamente humana”. Segundo o Pontífice, “o desenvolvimento autêntico da pessoa inclui tanto a dimensão individual, familiar e comunitária, como as atividades e as relações funcionais, assim como a abertura à esperança e ao Bem sem limites”.
Bento XVI destaca que o próximo EMF “constitui uma ocasião privilegiada para reapresentar o trabalho e a festa a partir da perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem integrada na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade das relações, além da economia do próprio núcleo familiar”.
Fonte: Zenit
O EMF… se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313).
Fonte: Zenit
NOTA Minuto Profético: Embora concorde com a argumentação do pontífice de que o excesso de trabalho e a busca desmedida do lucro, bem como a não observância do descanso semanal contribuem para desestruturar a família e a sociedade, discordo totalmente quanto ao dia recomendado para o descanso. O único dia de descanso prescrito por Deus para a humanidade é o sábado do sétimo dia: ”Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre.” (Êx 31:16 e 17). A escolha de Milão para esse evento faz ligação direta com o Imperador Constantino, o mesmo a decretar a primeira lei dominical da história. Coincidência ou realmente está para acontecer o que o apocalipse (13:15-17) revelou há muito tempo? Várias pessoas estão combatendo a Nova Ordem Mundial, porém, quase ninguém ainda percebeu a clara ligação do culto luciferiano com a guarda do domingo (dia do sol, símbolo de Lúcifer no ocultismo/paganismo) como sinal da Nova Ordem Mundial…

Livro Ágape de Padre Marcelo Rossi- Analisando as Mentiras do Livro À Luz da Bíblia Sagrada

O livro Ágape coloca EXPRESSAMENTE o mandamento de amor ao próximo como o mais importante de todos. Jesus disse que isso não é verdade. Existe um mandamento maior:
(Marcos 12:28-31) – Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?
E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.
O livro possuí um prefácio feito por Gabriel Chalita, doutor em filosofia do direito. Infelismente, ele parece que se formou em filosofia católica [risos]. O prefácio ao invés de se centrar em Jesus, a essência pura do amor, gasta tempo falando de Maria, uma mulher que não criou o mundo e não criou o amor filial! Na página 14 ele diz: “Maria é uma mulher atenta às angústias de seus filhos”. Ora, Maria por acaso não morreu? Onde esta escrito na Bíblia que ela não morreu? Esta idéia se baseia em mentiras como a doutrina da imaculada concepção de Maria e na Assunção de Maria de forma corporal aos Céus! Maria não é uma divindade. Ela não pode estar atenta as angústias individuais de 6 bilhões de pessoas, nem mesmo memorizar o nome destas pessoas! Ela está morta, aguardando a ressurreição dos santos, alheia ao que ocorre no Céu e na Terra:
Diz a Palavra de Deus [não a palavra falha de Padre Marcelo]:
(Salmos 115:17) -  Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.
Ora, os vivos louvam a Deus, os mortos não podem interceder pelos vivos e nem louvar a Deus. [Os mortos somente louvam a Deus nos livros não inspirados pelo Espírito Santo como o Corão, Tobias, Baruc, Judite, I e II Macabeus etc].
Então, na página 16 do prefácio se comete a maior gafe de todas. O escritor diz: E VEM O MAIOR DE TODOS OS MANDAMENTOS…AMAI-VOS UNS AOS OUTROS…
Ora, isto é totalmente contrário a Mateus 12:28-31 que diz que o maior mandamento é AMAR A DEUS!
Então na página 17 vemos o seguinte frase desconexa: “..esse homem extraordinário que foi capaz de superar a lei e apresentar a razão da própria lei: a pessoa humana”.
Jesus superou ou não superou a lei? Se ele veio apresentar a razão de sua existência, não superou nem um milímitro dela, mas veio como ensinador dela. É isso o que diz as escrituras:
(Mateus 5:17) – Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar,mas cumprir.
Jesus não veio acabar com a lei moral, os 10 mandamentos. Então como o autor diz que Jesus veio superar a lei?
Vamos dar um desconto… o cara não é teólogo. Apenas fez o prefácio do livro. Ele pensa igual os espíritas: que o maior mandamento é o amor ao próximo. Nunca leu Mateus 12:28-31. Não sabe que Deus tem 4 mandamentos principais de amor a ELE que estão no topo do decálogo (Exodo 20:3-11).
Agora vamos entrar nas “bobageiras” teológicas do Padre Marcelo. Logo na introduçãodo seu livro, na página 23, é colocado o lindíssimo capítulo 4 da carta de São João. Então na página 24 o Padre diz: “O amor àgape se manifesta como prova de amor livre, sem exigências e nem cobranças”. Será que o amor de Jesus não traz cobranças? Vamos ver esta passagem Bíblica:
(João 14:15) -  Se me amais, guardai os meus mandamentos.
Hum, mas que cobrança! “Se vocês realmente me amam, guardem os meus mandamentos!” Alguns questionadores poderão dizer que estamos sendo ‘maus’: que o Padre está falando do amor entre seres humanos e não do amor para com Deus. Mas o amor de Deus, chega aos seres humanos e se difunde entre eles, sem lhe mostrar asexigências divinas para nossa salvação?
Depois, para finalizar sa introdução, o Padre faz um discurso sobre a CARIDADE que parece glorificar cada pedaço da doutrina espírita. Essa doutrina diz: Fora da Caridade não há salvação. Porém, sabemos que há: A Salvação está na Fé, no Sangue derramado, no Sacrifício feito na cruz, sendo realizada por Deus pela GRAÇA [e não de graça] e não por qualquer caridade nossa, ou seja, a salvação não é por obras!
Diz a Bíblia:
(Romanos 11:6) -  Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça.
(Romanos 3:28) -  Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
Parece que alguma coisa está faltando para o Padre Marcelo. Seria colocar a Bíblia acima dos falhos doutores e filósofos católicos?
Padre Marcelo inaugura o primeiro capítulo de seu livro com o capítulo 1 de João. O capítulo fala que tudo foi criado através de Jesus (verso 3). É a Glorificação do Verbo. O Capítulo diz que no principio (ou seja, clara referência a Genesis 1:1) Jesus estava com Deus. Então, na página 30, o Padre dispara a maior merda de todas:
“A Palavra diz que tudo que há no mundo foi criado por Deus. Não diz como se deu a criação. Não diz se evoluímos de alguns animais ou se houve uma explosão ou se, nas diversas eras, o andar foi o se aprimorando”.
Pelo amor de Deus!!! É um sacerdote que escreveu isso? Como assim? A Bíblia não diz como se deu a criação? Ela ensina expressamente em Genesis capítulos 1 e 2 que a criação se deu em 6 dias e Deus santificou o sétimo! Além disso, a essência do primeiro capítulo de João não é que o mundo foi criado por Deus. Mas que foi criado através de Cristo! O Capítulo não é uma mera repetição de Genesis, mas sua complementação!
Então no Capitulo 2, Padre Marcelo novamente começa a  glorificar Maria. Apresenta pela milionésima vez a história da transformação da água em vinho em Caná. Afinal é só isso que os sacerdotes católicos sabem fazer. Na página 39, justificando o pedido que Maria fez a Jesus, o Padre diz: “Maria sabe o que nos falta. E intercede por nós”. Só nos resta concluir: Jesus que é o ONISCIENTE não sabe o que nos falta? Pois é a conclusão sentimental do capítulo. O Eterno Filho precisa da indicação de uma criatura de barro, como eu e você, para saber o que fazer! Para saber como salvar uma festa de casamento! Afinal, ele que tem tantos poderes especiais de fazer inveja num X-Men, não teve tanto tato para perceber que o vinho acabou e ele poderia transformar àgua em vinho! A Glorificação de Maria, o endeusamento de uma simples mulher, a Mariolatria, faz isso com Jesus! O rebaixa completamente à autoridade dela! O Capítulo termina com a idolatria completa:
“Pai e Mãe terrenos, cheios de imperfeições, não desistem do amor. Deus é nosso Pai. E é perfeito. E Maria, a mãe escolhida para cuidar da humanidade, a rainha da paz, mãe àgape, a presença do amor”.
Percebam a idolatria: humanos comuns possuem imperfeições. Mas Maria é equivalente a Deus. Ela é a presença do amor e não possui imperfeição (doutrina da imaculada conceição). Deus tem uma ajudadora femimina pois Ele, sendo masculino, não poderia entender e nem mesmo dar o amor de uma mãe! Percebam o absurdo! Como se Deus não tivesse criado os sentimentos femininos, o amor filial e como se fosse humano do sexo masculino e tivesse o orgão sexual masculino! É todo este sentimento que o texto passa. Deus não é suficiente.Precisamos de uma mãe-terra! E o que dizer de Jesus? Jesus, coitado, já não é mais nada! Porque uma Mãe divina foi posta no seu lugar de intercessor entre a divindade e a humanidade! O Padre nem lembrou que Jesus criou o mundo…..
Os Capítulos 3 a 6 não trazem graves erros teológicos. O capítulo terceiro trata da mulher samaritana que pediu água para Jesus. A maneira como Jesus tratava as mulheres realmente serviu de base para o humanismo e o direito das mulheres nas sociedades ocidentais. O capítulo 4 conta a história da multiplicação de pães. A explicação a primeira vista também é correta, (Jesus traz a idéia de que todos os povos são uma mesma família e devem compartilhar as riquezas) mas subliminarmente trata da aceitação do evangelho católico como necessário para a pacificação das nações. Isso significa ter o Papa, como Rei espiritual do mundo.
O Capítulo 5 enfoca o perdão que Jesus concedeu a mulher adúltera. A explicação é ótima, está dentro do que ensinam as Escrituras e merece elogios. Porém, algo é digno de nota: o capítulo 5 termina na página 63. Estamos praticamente na metade do livro. E as vezes temos a sensação que Jesus veio apenas salvar as mulheres. O livro não estabelece um EQUILÍBRIO entre como Jesus tratava os homens e as mulheres. Parece ter sido escrito preferencialmente para exaltar o sexo feminino, como se este fosse a melhor expressão do àgape [mensagem subliminar: Maria] e o homem fosse muito inferior em seu àgape, quase um acessório descartável. Talvez este livro devesse ter sido lançado nos países muçulmanos. Lá faria mais bem do que aqui…
O Capítulo 6 finalmente vem para tratar do bom pastor: Jesus… esta é a premissa, mas metade dele fala da boa pastora Madre Tereza de Calcutá…..
Capítulo 7 apresenta noções da imortalidade da alma. Padre Marcelo se refere a “outra vida”, um termo essencialmente budista-pagão. Sabemos que o homem “foi feito alma vivente” (Genesis 2:7). Ele é uma alma vivente e não possui uma alma separada do todo. A pessoa de acordo com a Bíblia é mortal. Se ela sobrevivesse, não precisaríamos de ressurreição dos mortos e nem de dia do juízo. A cada um seria dado o que é seu sem precisar de ressurreição de bons e maus:
(João 5:28-29) - Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.
Capítulo 9 traz o endeusamento de João Paulo II, como se ele fosse um santo de padrões bíblicos. Veja aqui que ele esteve muito abaixo do que qualquer santo da Bíblia, sendo um gentio pecador. Mais e mais escritos endeusando João Paulo II surgirão, visto que o Vaticano pretende transformá-lo em mais um santo operador de milagres.
Então no capítulo 10 que trata da crucificação, parece que Jesus e somente Jesus será honrado. Ledo engano. Na página 98-99, o Padre diz que “Jesus entrega a humanidade à sua mãe”, ou seja,  nos entrega Maria, para ser Mãe da Humanidade. E na página 107, termina sua oração: Faça-se em mim a Tua vontade, como Maria, com Maria.
Finalmente o último capítulo defende a idéia que Pedro foi o “primeiro chefe da Igreja”(folha 118). Agora, finalmente um homem é elevado acima do que Jesus o colocou, porque as mulheres, na perspectiva católica, não são dignas de chefiarem a Igreja. O livro inteiro fala de mulheres, exalta Maria, mas o livro termina com Pedro, com o objetivo de mais uma vez repetir a mentira de que a Igreja Católica possui as chaves de Pedro, e portanto é a única igreja legítima. Clique aqui para ler a história dos papas e ver refutada esta mentira.
Por fim só temos a dizer que a Igreja Católica é violadora dos mandamentos de amor a Deus: “Não farás para ti imagem de escultura” (Exodo 20:4-6) que busca evitar a idolatria aos mortos, E “Lembra-te de santficar o dia de sábado” (Lucas 23:56 e Exodo 20:8-11) que aniquila a teoria do Evolucionismo. Para fugir desses mandamentos acaba seguindo as premissas espíritas em seus livros: de que o maior mandamento de todos seria o amor ao próximo.
Padre Marcelo, não tem outro caminho a seguir. Se ele escrevesse um livro falando dos mandamentos de amor a Deus causaria a ira protestante por causa da idolatria católica e a ira adventista-judaica por causa da profanação sabática. Então para enganar os incautos e ignorantes, ou seja, aqueles protestantes sem conhecimento bíblico, escreve um livro no estilo espírita que trata apenas do amor ao próximo. Coisa totalmente dispensável pois o islamismo, o budismo e qualquer filosofia ensina o amor ao próximo. A lata do lixo é recomendada para tal obra sem importância para a evangelização mundial. Afinal, os anjos caídos, amam-se mutuamente. E o amor ao próximo não é o maior mandamento de todos.
Autor: Adventismo em Foco