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domingo, 20 de fevereiro de 2011

igreja adventista- águas lindas de goiás.


Os Frutos do Espírito Santo: Amor

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.” (Gálatas 5:22-23).
Para todos quantos crêem, Ele é como a árvore da vida no Paraíso de Deus. Seus ramos atingem este mundo, a fim de que as bênçãos por Ele compradas para nós sejam postas ao nosso alcance. … Ele deu um Confortador, o Espírito Santo, que nos presenteará com o fruto precioso da árvore da vida. Dessa árvore podemos apanhar, comer e guiar a ela outros, para que também possam comer. Signs of the Times, 22 de outubro de 1896.
O homem que ama a Deus medita na lei de Deus dia e noite. É insistente em tempo e fora de tempo. Produz fruto de uma vara vitalmente ligada à Vinha. Em tendo oportunidade, faz o bem; e, por toda parte, em todo tempo e em todos os lugares, encontra oportunidade de trabalhar para Deus. É uma das árvores sempre-vivas do Senhor; leva consigo fragrância aonde quer que vá. Atmosfera saudável circunda-lhe o espírito. A beleza de sua vida bem-ordenada e a conversação santificada inspiram em outros fé, esperança e ânimo. Isso é cristianismo posto em prática. Buscai ser uma árvore sempre-viva. Usai o ornamento de um espírito manso e humilde, que é precioso à vista de Deus. Nutri a graça do amor, alegria, paz, longanimidade, bondade. Esse é o fruto da árvore cristã. Plantada junto a ribeiros de águas, sempre produz o seu fruto na estação própria. Review and Herald, 24 de agosto de 1897.
Se temos no coração o amor de Cristo, ser-nos-á uma conseqüência natural possuir todas as outras graças – alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. …
Quando o amor de Cristo é entronizado no coração, … sua presença será sentida. Review and Herald, 4 de janeiro de 1887.

igreja adventista- águas lindas de goiás.


11 Regras para Criar um Filho Marginal !


01. Comece na infância a dar ao seu filho tudo que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que o deseje.
02. Quando ele disser palavrões, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.
03. Nunca lhe dê qualquer orientação espiritual. Espere até que ele chegue aos 21 anos, e “decida por si mesmo”.
04. Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.
05. Discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
06. Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixa ganhar seu próprio dinheiro. Por que ele terá que passar pelas mesmas dificuldades que você passou?
07. Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.
08. Tome o partido dele contra vizinhos, professores, amigos. (Afinal todos tem má vontade para com seu filhinho.)
09. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê essa desculpa: “Nunca consegui dominá-lo.”
10. Em ocasiões onde ele estiver reunido com amiguinhos ou com seus irmãos use e abuse das comparações que incitem disputa. Compare seu caráter, sua capacidade intelectual, e seus dotes estéticos; diga em alto e bom tom para que todos possam ouvir, ele inclusive, coisas do tipo: “Meu filho é mais inteligente que os outros, é mais bonito, é mais esperto, é um gênio.”
11. Se tiver algum vício, demonstre-o em sua presença todos os dias. Assim ele vai achar tudo isto natural, e com certeza, mais tarde, vai ouvir suas repreensões sobre os males que estas imperfeições podem trazer.
Feito tudo isso, prepare-se para uma vida de desgostos. É sem dúvida seu mais que merecido destino!
Fonte: Departamento de Polícia do Texas – EUA

domingo, 6 de fevereiro de 2011


10 Razões Porque Mateus 25:46 Não Serve de Prova do Inferno de Fogo Infindável

Para entender melhor este artigo leia antes A Ressurreição dos Mortos, Partes 1, 2, 3 e 4.

Leia também Respostas sobre o Fogo Eterno na Bíblia Sagrada Parte 1 e Parte 2
O texto diz: “E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna”.
1a. – Porque a noção de que os não-salvos viverão para sempre em tormentos após serem lançados no inferno [geena] deriva de pressupostos não confirmados: de que Deus colocou no homem uma alma imortal na criação—informação que não é dada na Bíblia. Em razão da suposição de haver um elemento imortal embutido em seu ser, julga-se que o condenado prosseguirá vivendo em tormentos no inferno para sempre.
2a. – Porque Cristo utilizou linguagem hiperbólica, parabólica, em muitas ocasiões ao referir-Se ao destino final dos pecadores, como pode ser visto em Mateus 5:29, 30; Marcos 9:48; bem como no próprio capítulo 25 de Mateus, onde Ele contrasta “bodes” com “ovelhas”.
3a. – Porque uma existência eterna em tormento requereria um corpo ressurreto que fosse incorruptível ou indestrutível, e não consta qualquer informação nas Escrituras de que os ressuscitados não-salvos terão tal tipo de corpo (somente os remidos terão corpos incorruptíveis–1 Coríntios 15: 53, 54; Filipenses 3:20, 21).
4a. – Porque há outros usos para as palavras “eterno” e “para sempre” com referência, não a um período absolutamente eterno de tempo, mas aos efeitos ou conseqüências de uma ação, tal como o “juízo eterno” (Hebreus 6:2)—que não se aplica a um processo infindável de julgamento; o “fogo eterno”—que destruiu Sodoma e Gomorra mas não está queimando hoje (Judas 7); “para sempre”, limitado ao período de vida de um homem—Filemon 15 e 16.
5a. – Porque a linguagem de destruição final dos réprobos na Bíblia é bem clara e detalhada: Salmo 37:10, 20; Sofonias 1:15-18; Malaquias 4:1-3; 2 Tessalonicenses 1:7-10.
6a. – Porque a comparação da destruição pelas águas do Dilúvio com o que se passará no final dos tempos mediante o fogo, não deixa margem a qualquer dúvida quanto à intenção do autor em falar da destruição total dos não-salvos—2 Pedro 3:1-13.
7a. – Porque a “morte e o Hades” [sepultura] serão lançados no lago de fogo, que é chamado de “segunda morte” (Apocalipse 20:14 e 21:8). Será a morte da morte . . .
8a. – Porque não há espaço para o lago de fogo durar eternamente, já que a descrição da “segunda morte” conclui com referência a “novos céus e uma nova terra . . . e o mar já não existe [nem o lago de fogo]” (Apocalipse 20:14 a 21:1 e 8). Não é dito que o “lago de fogo” salte de sobre a superfície da Terra para alguma parte do universo onde prossegue queimando infindavelmente.
9a. – Porque Jesus fala da punição final sendo liqüidada, e não eternizada (Mateus 5:26; 18:30).
10a. – Porque, como apresentado nas Escrituras, o caráter divino de amor e justiça é incompatível com a noção de bilhões de criaturas vivendo eternamente em tormentos, sendo assim preservadas pelo próprio Deus, pois “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (Atos 17:28). A vida de todas as criaturas (inclusive dos animais—Salmo 104:25-30) depende de Deus em todos os momentos e sob todas as circunstâncias.
Artigo de Azenilto Brito.